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É Desporto

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Harley Windsor. Um indígena australiano nos Jogos de Inverno

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Tem o nome da casa real do Reino Unido e faz parte de uma elite… individual: é o primeiro indígena australiano a competir nos Jogos Olímpicos de Inverno. Em PyeongChang, na Coreia do Sul, não conseguiu passar à final de pares na patinagem artística. 

Maren Lundby. A mulher do salto histórico é campeã olímpica

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Começou nos saltos de esqui com três anos por causa do irmão e, com 14, foi a primeira de sempre a saltar num Mundial. Agora, depois de treinar com a seleção masculina, conseguiu o título olímpico. «Quando saltamos, é como se estivéssemos a quebrar a lei da gravidade», diz. 

Histórias Olímpicas de Inverno. A lista completa

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De segunda a sexta-feira, durante o último mês, juntámos várias histórias olímpicas de inverno que marcaram, de uma forma ou de outra, o passado e o presente da competição. Hoje, em dia da cerimónia de abertura, compilamo-las todas no mesmo post para servir de índice. Do sonho do luger português Hugo Alves às presenças exóticas africanas, passando por milagres e tragédias, há muito por onde escolher. Esperamos que gostem. 

 

Russell Wilson. O quarterback de topo que pertence aos… Yankees

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Venceu a Super Bowl em 2014 e esteve presente no lance que será recordado para sempre no último minuto da final de 2015. Mas, mesmo sendo quarterback, Russell Wilson nunca deixou de ser… jogador de basebol. Ou pelo menos uma promessa. Agora, onze anos depois de ter sido escolhido pela primeira vez no draft, foi trocado para os New York Yankees. 

Príncipe Hubertus zu Hohenlohe-Langenburg. Da realeza alemã à federação de esqui do México

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Fotógrafo, empresário, cantor, esquiador e príncipe. Hubertus zu Hohenlohe-Langenburg é tudo isso, e ainda fez história ao criar a Federação Mexicana de Esqui para poder competir internacionalmente. Estreou-se nas olimpíadas em Sarajevo-1984 e continuou até 2014. Se tivesse conseguido a qualificação para PyeongChang-2018, seria o atleta olímpico de inverno mais velho da história. 

Wassberg vs. Mieto. A mais pequena vitória acabou em mito urbano

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Sueco venceu prova de 15 quilómetros de cross country em 1980 por um centésimo de segundo e sugeriu que as medalhas de ouro e prata deviam ser partilhadas com o finlandês. O derrotado recusou e o Comité Olímpico Internacional também não achou piada mas há quem ainda ache que a ideia foi para a frente.  

Irmãs Goitschel. Brincar ao ouro nos Jogos Olímpicos

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Christine e Marielle chegaram a Innsbrück em 1964 com aspirações legítimas no esqui alpino e tornaram-se a primeira dupla de irmãs na história dos Jogos Olímpicos a fazer a dobradinha, no slalom. Não satisfeitas, repetiram a façanha no slalom gigante mas com as posições invertidas. 

Vince Papale. O adepto que saltou do lugar de época dos Eagles para o relvado

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A equipa era má, muito má. Tão má que, num misto de manobra de marketing e tentativa desesperada, organizou treinos de captação para ver se encontrava alguém com valor. Vince Papale apareceu e conseguiu trocar o lugar de época na bancada por uma vaga no plantel. 

Irmãos Morozumi. A importância da inspiração

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Yusuke e Kosuke (à esquerda e à direita na foto) estavam na primeira fila do pavilhão a ver a equipa capitaneada por Makoto Tsuruga fazer história nos Jogos Olímpicos de Nagano. Vinte anos depois, fazem parte da segunda equipa japonesa masculina a conseguir a qualificação para a prova de curling. 

Bobsleigh. A Jamaica… está de volta

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O país famoso pelos seus velocistas tornou-se uma das melhores histórias dos Jogos Olímpicos de Inverno com a participação de quatro atletas no bobsleigh em Calgary-1988. A modalidade passou a ser cada vez mais acarinhada e agora, pela primeira vez, terá duas mulheres a participar no evento ao mais alto nível. 

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