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É Desporto

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Figuras Olímpicas de PyeongChang-2018. A lista completa

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Houve histórias de campeões, de medalhas improváveis, de participantes inéditos, da festa do último classificado e de figuras olímpicas muito pouco... olímpicas. PyeongChang-2018 chegou ao fim e aproveitamos para fazer uma compilação de todas as histórias que fomos escrevendo. Metemos um asterisco nas cinco melhores. 

Kaillie Humphries. E a história ali tão perto

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Podia fazer história ao vencer o bobsleigh pela terceira edição consecutiva mas não foi além da medalha de bronze. A fase em que era ignorada pelos colegas já lá vai e a carreira olímpica é uma das mais impressionantes no Canadá. E tudo começou quando, aos 12 anos, apostou com os pais que estes teriam de tatuar a folha de ácer canadiana se ela alguma vez chegasse à seleção. Ganhou… mas não da forma que pensava. 

Tina Weirather. A monarquia das medalhas no Liechtenstein

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O pequeno país encrustado nas encostas entre Suíça e Áustria conquistou a décima medalha em Jogos Olímpicos de Inverno. Tina Weirather foi bronze no Super-G e juntou-se à elite familiar: a mãe Hanni Wenzel conquistou quatro e o tio Andreas Wenzel ganhou duas. 

Gus Kenworthy. O homem sem vergonha para beijar

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Foi segundo em Sochi mas acabou muito longe das medalhas na Coreia do Sul. Ainda assim, diz que sai de PyeongChang muito mais realizado do que há quatro anos. Porquê? Porque o beijo que deu no namorado foi transmitido em direto e pode servir de exemplo para milhares de jovens por todo o mundo. 

Elizabeth Swaney. A tática de passar pelos intervalos da chuva

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À primeira vista, a norte-americana que compete pela Hungria é um embuste. É a atleta que soube explorar uma lacuna do regulamento para se apurar para os Jogos Olímpicos sem fazer uma única manobra digna de registo durante todas as provas de halfpipe (esqui estilo livre) em que participou. Mas, depois de retirada esta camada, percebe-se que há mais em jogo. E até envolve Arnold Schwarzenegger. 

Jonathan Guerreiro. O filho de português que dança no gelo

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É filho de uma russa, Svetlana Liapina, e de um português, Francisco Guerreiro. Nasceu na Austrália, onde os pais se conheceram, mas foi viver para Moscovo com 14 anos. Em PyeongChang, fez dupla com Tiffani Zagorski e terminou no 13.º lugar na prova de dança no gelo. 

Yuzuru Hanyu. Um fenómeno à japonesa

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É muito mais do que um patinador. É mais do que um bicampeão olímpico a fazer história. Hanyu é, aos 23 anos, um dos símbolos mais fortes no Japão e um dos seus atletas mais influentes. Depois de PyeongChang, a fasquia é pessoal mas mais elevada do que nunca: «A minha única motivação agora é conseguir o quádruplo axel». 

Jon Lillis. A homenagem mais comovente de PyeongChang

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Eram três irmãos e tinham o sonho de poder competir nos Jogos Olímpicos juntos. Em outubro de 2017, tudo mudou por causa de uma tragédia. Em PyeongChang, Jon não foi além da oitava posição no esqui estilo livre (aéreos) mas cumpriu o desejo: manter viva a ambição de Michael. 

Ester Ledecka. O improviso que chocou o esqui alpino

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Checa tem dois títulos mundiais no snowboard mas foi no esqui alpino que venceu a primeira medalha de ouro olímpica. Quando já ninguém o esperava, surpreendeu o mundo, interrompeu as celebrações que já existiam e somou um outro pequeno triunfo: contra todos os treinadores que lhe disseram que não ia conseguir conciliar duas modalidades. 

A pedagogia do último lugar de Germán Madrazo nos Jogos Olímpicos

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Os Jogos Olímpicos promovem cada vez mais a inclusão de novos países mas neste caso acabaram por ter um exemplo de uma inclusão ainda mais importante. Germán Madrazo e os Fantásticos Cinco são heróis por terem ajudado a mostrar que o desporto é de todos e deve ser para todos, sem fronteiras nem espaço para a estigmatização do último. E que a vitória de uns não tem de ser a mesma que a vitória de outros.  

Germán Madrazo. A festa dos últimos que personifica o espírito olímpico

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Mexicano aprendeu a esquiar com 42 anos e chegou a PyeongChang-2018 com 43. Foi o último por larga margem, nos 15 km de cross-country mas acabou como maior protagonista do melhor exemplo de espírito olímpico. À chegada, tinha à sua espera os últimos quatro a chegar e acabou levado em ombros.  

Família Dukurs. A maldição do quarto lugar no skeleton

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PyeongChang-2018 marcou a terceira edição consecutiva dos Jogos Olímpicos de Inverno em que um dos irmãos da família Dukurs da Letónia terminou a prova de skeleton na posição à porta do pódio. Recentemente julgou-se que podia haver uma recompensa a caminho mas tudo não passou do papel. 

Ted-Jan Bloemen. Holandês ganhou asas com as cores do Canadá

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Concorrência impediu que patinador pudesse evoluir da forma desejada quando competia pela Holanda. Depois de falhar a qualificação para Sochi-2014, decidiu mudar de cores e a recompensa chegou: foi campeão olímpico pelo Canadá nos dez mil metros da patinagem de velocidade em PyeongChang-2018. 

Jaqueline Mourão. A brasileira que é pau para toda a obra

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O passaporte da atleta de 42 anos soma selos olímpicos: Atenas-2004, Turim-2006, Pequim-2008, Vancouver-2010, Sochi-2014 e PyeongChang-2018. Nunca esteve perto de ganhar uma medalha mas são poucos os que podem dizer que têm experiência em três modalidades olímpicas: mountain bike, cross country (esqui) e biatlo. 

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