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É Desporto

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Vonetta Flowers. A velocista que fez história no bobsleigh

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Nasceu no Alabama em 1973 e deu nas vistas no atletismo, competindo em provas de velocidade e no salto em comprimento. Mas o sucesso olímpico só aconteceu quando mudou a agulha para o bobsleigh e se tornou, em 2002, a primeira afro-americana a vencer uma medalha de ouro nos Jogos de Inverno. 

Lamine Guèye. Criar uma federação sozinho para cumprir um sonho

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Tinha o sonho de ver neve quando foi viver para a Suíça e, mais tarde, descobriu o esqui. Senegalês, não descansou enquanto não criou uma federação, mentindo um pouco pelo caminho, que lhe permitisse chegar aos Jogos Olímpicos. A mãe achou que estava doido mas Lamine não desistiu e chegou a Sarajevo-1984 ensanduichado por americanos e soviéticos. 

Jim Shea. A tragédia impediu um ciclo perfeito

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Jack, Jim pai e Jim filho. Num espaço de 70 anos, os três elementos da família Shea foram aos Jogos de Inverno e conquistaram um total de três títulos. Infelizmente, o avô morreu menos de um mês antes de poder ver o neto receber uma medalha de ouro. 

Pita Taufatofua. Do karaté no Rio ao cross country em PyeongChang

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Nunca tinha esquiado quando decidiu ir aos Jogos Olímpicos de Inverno há pouco mais de um ano, mas isso não o impediu de se lançar numa aventura rumo à Coreia do Sul. O tonganês será o primeiro atleta na história a conjugar as duas modalidades olímpicas.  

Peggy Fleming. A mulher que recuperou o orgulho americano na patinagem artística

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Tinha 12 anos quando o avião que levava a seleção de patinagem para os Mundiais de Praga caiu na Bélgica e matou 18 atletas. Sete anos depois, a norte-americana subiu ao lugar mais alto do pódio nos Jogos Olímpicos de Grenoble e lançou as sementes para um novo período de glória. 

Sixers-Celtics. A NBA em Londres

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Ver um jogo da NBA será sempre espetacular mas a primeira vez nunca se esquece. E os jogos de Londres costumam ser o maior viveiro para quem não tem outra forma de o conseguir. É uma festa dentro da própria festa, por vezes exagerada, que marca quem vê. Quando os intérpretes ajudam, com um jogo de cambalhota, tudo parece ainda melhor. 

Lindsey Jacobellis. Pagar caro o excesso de confiança

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Tinha apenas 20 anos e estava a poucos metros de conquistar uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 2006. Quis adornar o penúltimo salto na prova de snowboard e caiu. O título transformou-se em prata e o futuro foi pouco amigável: voltou a desapontar em 2010 e em 2014. Como será em 2018? 

Eddie Edwards. O «louco» que chegou aos Jogos Olímpicos

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Britânico tomou a edição de inverno de Calgary, em 1988, de assalto. Sem tradição nos saltos de esqui, conquistou o carinho dos adeptos apesar da última posição. Foi o triunfo do espírito olímpico de alguém que insistiu em conseguir a qualificação e soube da notícia enquanto vivia num... hospital psiquiátrico.

Dan Jansen. Nada é mau o suficiente que não possa piorar

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Norte-americano era favorito nos 500 e 1000 metros na patinagem de velocidade mas a notícia de que a irmã morrera, no dia da primeira final, foi um choque que não conseguiu ultrapassar. Dan caiu nas duas provas e só conseguiu a redenção seis anos mais tarde, em Lillehammer. 

Eric Heiden. A passagem meteórica pelos Jogos Olímpicos

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Chegou, viu, venceu tudo e foi à vida dele. Com cinco títulos olímpicos e cinco recordes olímpicos em 1980, norte-americano desapareceu da patinagem de velocidade e repareceu, anos mais tarde, a disputar o Tour e o Giro. Depois disso, ainda trabalhou com as equipas de Sacramento da NBA (Kings) e WNBA (Monarchs). Como... cirurgião ortopédico. 

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