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É Desporto

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Futeboxe. E se houvesse um campeão em todas as jornadas?

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A ideia não é original a nível mundial mas não temos ideia de alguma vez alguém ter feito o mesmo no campeonato português. Foi daí que partiu a ideia: e se o “vencedor” da primeira jornada em janeiro de 1935 fosse o primeiro campeão e a partir daí, houvesse um jogo do título em todas as (2298 até agora) jornadas? Fomos fazer as contas…

 

 

Jacoby Brissett. A sombra da sombra também brilhou

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Suspensão de Tom Brady e lesão de Jimmy Garoppolo abriram espaço para que os New England Patriots tivessem um quarterback rookie a iniciar um jogo pela primeira vez desde 1993. Jacoby Brissett fez um jogo tranquilo e ajudou a equipa a derrotar os Houston Texans por 27-0. Esta é a sua história. 

 

Alessandro Zanardi. Da Fórmula 1 para os Paralímpicos

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Competiu ao lado de estrelas como Ayrton Senna, Michael Schumacher, Nelson Piquet e Alain Prost mas nunca foi além de um sexto lugar, no Grande Prémio do Brasil em 1993. A 15 de setembro de 2001, num acidente numa prova de CART, só sobreviveu por milagre e ficou sem as duas pernas. Chega ao Rio de Janeiro com três medalhas no paraciclismo e com a ambição redobrada.

 

 

Markus Rehm. O paralímpico que derrotaria os melhores do mundo

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Alemão bateu recorde do mundo no salto em comprimento com 8,40 metros em 2015. A marca seria suficiente para ser campeão olímpico em 2012 e em 2016. Por não ter conseguido provar que a prótese não lhe dá uma vantagem competitiva, não pôde competir nos Jogos Olímpicos. Nos Paralímpicos vai lutar pelo segundo título.

 

 

Lee Pearson. O rapaz que Margaret Thatcher carregou ao colo

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Passou três dias dentro de um armário até a mãe o ver pela primeira vez. A artogripose múltipla congénita mudou-lhe a vida mas o britânico, que tem 12 medalhas paralímpicas em dressage, não se queixa e vive como quer. Uma das coisas que lhe dá mais gosto é estacionar o Range Rover num lugar para deficientes e perceber como os olhares das pessoas passam de fúria para arrependimento. 

 

 

Melissa Stockwell. Perder a perna no Iraque, ganhar uma medalha no Rio?

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Norte-americana foi a primeira mulher militar a sofrer uma amputação durante a guerra do Iraque. Patriota desde pequena (decorava o quarto com as cores da bandeira dos Estados Unidos), representar o país nos Jogos Paralímpicos é um sonho concretizado. Em Pequim, ficou desiludida com o desempenho na natação mas no Rio de Janeiro vai à procura de uma medalha no triatlo.

 

 

Felipe Gomes. Da favela para a glória paralímpica

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Brasileiro ficou cego devido a um glaucoma congénito, seguido de cataratas e uma retina deslocada. Criado na favela Nova Holanda, no Complexo da Maré (Rio de Janeiro), tem um objetivo definido para os Paralímpicos: «Demonstrar o potencial que as pessoas que vivem na favela e as pessoas que têm deficiências podem ter.» 

 

 

Zahra Nemati. Dos Olímpicos aos Paralímpicos no espaço de um mês

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Iraniana era cinturão negro no taekwondo e tinha o sonho de chegar aos Jogos Olímpicos. Depois de ter ficado paralisada durante o terramoto de Bam, em 2003, dedicou-se ao tiro com arco e o sucesso foi imediato. No Rio de Janeiro, cumpriu o objetivo de aliar a participação nos Paralímpicos aos Olímpicos.

 

 

Michelle Stilwell. Uma deputada que faz história nos Paralímpicos

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Foi eleita para a assembleia legislativa de British Columbia em 2013 e desde 2015 que ocupa o cargo de Ministra para o Desenvolvimento Social e Inovação Social no estado canadiano. Além disso, faz história como paralímpica. A primeira medalha foi no basquetebol, em 2000, mas já ganhou outras quatro no atletismo.

 

 

Marieke Vervoort. Saber que pode decidir morrer deixa-a tranquila

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«Quando quiser, pego nos documentos e decido morrer. Isso é algo que me deixa tranquila quando sinto dores. Não quero viver como um vegetal.» Atleta paralímpica belga decidiu que vai terminar a carreira no Rio de Janeiro e que o futuro está em aberto. Antes de recorrer à eutanásia, ainda tem sonhos por cumprir.

 

 

Jason Smyth. Não competir com os melhores por pouco

Jason Smyth é o Bolt dos Paralímpicos

Doença genética faz com que só tenha 10% de visão. Participou nos Europeus de Atletismo em 2010 e nos Mundiais em 2011 mas continua a falhar o grande sonho: estar nos Jogos Olímpicos. O «Bolt dos Paralímpicos» não dá hipótese e vai tentar a terceira dobradinha consecutiva (100 e 200 metros).

 

 

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