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É Desporto

É Desporto

Figuras Olímpicas XIV - Gabby Douglas

Gabby Douglas

A irmã mais velha ensinava-lhe o que podia mas Gabby conseguia fazer ainda mais. Depois de muita insistência, foi para um ginásio onde acabou por ser vítima de comentários racistas. Nunca desistiu e em Londres, com 16 anos, fez história. No Rio de Janeiro, apesar de um título olímpico, tornou-se um patinho-feio dos norte-americanos nas redes sociais.

 

 

Figuras Olímpicas XIII – Madison Kocian

Madison Kocian

Fratura na tíbia em fevereiro não impediu a texana de 19 anos de fazer parte das Final Five dos Estados Unidos. «É o que fazes na sombra que te vai fazer brilhar», dizia o anúncio em que participou. No Rio de Janeiro, foi campeã olímpica por equipas e prata nas barras paralelas assimétricas. 

 

 

Figuras Olímpicas X - Sarah Attar

Sarah Attar

Viveu toda a vida nos Estados Unidos mas recebeu um telefonema para competir nos Jogos Olímpicos pela Arábia Saudita poucos meses antes de Londres. Foi uma das duas primeiras mulheres a participar pelo país árabe e voltou para o Rio de Janeiro. Na maratona, foi penúltima mas sente que está a ajudar a quebrar barreiras. 

 

 

Figuras Olímpicas VIII - David Katoatau

David Katoatau

Dançar para não chorar. Halterofilista do Kiribati pode não concluir os levantamentos do peso com sucesso mas insiste em sair em grande. A razão? Alertar o mundo para o desaparecimento do seu país por culpa da subida do nível médio do mar. «Imploro aos países do mundo para verem o que está a acontecer ao Kiribati. A verdade é que não temos recursos para nos salvarmos. Vamos ser os primeiros a desaparecer.»

 

 

Figuras Olímpicas VII - Chaunté Lowe

Chaunté Lowe

Norte-americana viu a mãe ficar sem a casa quando era nova. Mais tarde, depois de casar e ter uma filha, aconteceu-lhe o mesmo. A saltadora em altura deu a volta por cima e agora dedica-se a aconselhar financeiramente outros atletas. No Rio de Janeiro, apesar de fazer a mesma marca que a campeã olímpica, ficou fora das medalhas. Apesar disso, mostrou sempre uma alegria contagiante.

 

 

Figuras Olímpicas V - Pita Taufatofua

Taufatofua na cerimónia de abertura

A imagem de Taufatofua a entrar em tronco nu na cerimónia de abertura tornou-se viral mas a história que está por trás é ainda mais impressionante: trabalha com crianças sem-abrigo em Brisbane e já evitou vários suicídios. Para chegar aos Jogos Olímpicos partiu seis ossos, fez três roturas de ligamentos, andou três meses de cadeira de rodas, um ano e meio de canadianas e passou centenas de horas em fisioterapia. «Valeu a pena», garante. 

Figuras Olímpicas IV - Nikki Hamblin

Nikky Hamblin com Abbey D'Agostino

Nasceu em Inglaterra, corre pela Nova Zelândia e agora é elogiada em todo o mundo. Ganhou o prémio internacional de fair-play pelo episódio em que recusou deixar Abbey D'Agostino para trás na eliminatória dos 5000 metros depois de ambas terem caído. A dupla é uma das histórias mais fortes do Rio de Janeiro. 

Figuras Olímpicas II - Isaquias Queiroz

Isaquias Queiroz venceu três medalhas/MINISTÉRIO DO ESPORTE

Isaquias teve uma infância atribulada: os médicos disseram-lhe que ia morrer aos três anos, foi raptado e perdeu um rim depois de cair de uma árvore. O canoísta resistiu a tudo e no Rio de Janeiro, com 22 anos, tornou-se o primeiro atleta brasileiro a vencer três medalhas na mesma edição de uns Jogos Olímpicos. 

Figuras Olímpicas I - Feyisa Lilesa

Feyisa Lilesa

O maratonista etíope tem um recorde pessoal na prova de duas horas, quatro minutos e 52 segundos mas é muito mais lento do que as suas próprias palavras e gestos. Ao terminar a prova no Rio de Janeiro, protestou contra os atos do governo em relação ao povo Oromo. Agora tem medo de voltar… 

O balanço possível de Portugal nos Jogos Olímpicos

Telma Monteiro

Portugal sai do Rio de Janeiro com uma medalha de bronze e mais dez classificações de finalistas que valeram diploma olímpico. De acordo com as contas que o Comité Olímpico nacional faz a cada quatro anos, os Jogos de 2016 tiveram a segunda maior pontuação de sempre (41 pontos, apenas atrás dos 44 de Atenas). Mas será correto dizer que foi também a segunda melhor de sempre? 

Julius Yego. O queniano que não foi em corridas

Julius Yego tem a oitava melhor marca da história

Tinha 13 anos quando participou numa prova de 10 mil metros na escola. Depois de ser dobrado, decidiu que a corrida não era para ele e foi para o lançamento do dardo. Como não tinha treinador, aprendeu tudo o que podia no YouTube. É o campeão mundial e disputa hoje a final olímpica. 

Yohann Diniz. Um francês traído pelo fado lusitano

Yohann Diniz nos 50 km marcha

Chegou a ter quase dois minutos de vantagem nos 50 quilómetros marcha mas não conseguiu superar o que lhe estava reservado: já depois de um descontrolo intestinal evidente, parou durante um minuto. Voltou à prova no grupo da frente até cair desamparado. Estava desidratado, sem força, e numa condição debilitadíssima. Não quis parar: o neto de português, que em 2014 foi campeão europeu com a bandeira portuguesa na mão, superou todos os limites (até os saudáveis) e terminou a prova no sétimo lugar. 

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