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É Desporto

Pita Taufatofua. Do karaté no Rio ao cross country em PyeongChang

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Nunca tinha esquiado quando decidiu ir aos Jogos Olímpicos de Inverno há pouco mais de um ano, mas isso não o impediu de se lançar numa aventura rumo à Coreia do Sul. O tonganês será o primeiro atleta na história a conjugar as duas modalidades olímpicas.  

Alessandro Zanardi. Da Fórmula 1 para os Paralímpicos

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Competiu ao lado de estrelas como Ayrton Senna, Michael Schumacher, Nelson Piquet e Alain Prost mas nunca foi além de um sexto lugar, no Grande Prémio do Brasil em 1993. A 15 de setembro de 2001, num acidente numa prova de CART, só sobreviveu por milagre e ficou sem as duas pernas. Chega ao Rio de Janeiro com três medalhas no paraciclismo e com a ambição redobrada.

 

 

Markus Rehm. O paralímpico que derrotaria os melhores do mundo

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Alemão bateu recorde do mundo no salto em comprimento com 8,40 metros em 2015. A marca seria suficiente para ser campeão olímpico em 2012 e em 2016. Por não ter conseguido provar que a prótese não lhe dá uma vantagem competitiva, não pôde competir nos Jogos Olímpicos. Nos Paralímpicos vai lutar pelo segundo título.

 

 

Lee Pearson. O rapaz que Margaret Thatcher carregou ao colo

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Passou três dias dentro de um armário até a mãe o ver pela primeira vez. A artogripose múltipla congénita mudou-lhe a vida mas o britânico, que tem 12 medalhas paralímpicas em dressage, não se queixa e vive como quer. Uma das coisas que lhe dá mais gosto é estacionar o Range Rover num lugar para deficientes e perceber como os olhares das pessoas passam de fúria para arrependimento. 

 

 

Melissa Stockwell. Perder a perna no Iraque, ganhar uma medalha no Rio?

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Norte-americana foi a primeira mulher militar a sofrer uma amputação durante a guerra do Iraque. Patriota desde pequena (decorava o quarto com as cores da bandeira dos Estados Unidos), representar o país nos Jogos Paralímpicos é um sonho concretizado. Em Pequim, ficou desiludida com o desempenho na natação mas no Rio de Janeiro vai à procura de uma medalha no triatlo.

 

 

Felipe Gomes. Da favela para a glória paralímpica

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Brasileiro ficou cego devido a um glaucoma congénito, seguido de cataratas e uma retina deslocada. Criado na favela Nova Holanda, no Complexo da Maré (Rio de Janeiro), tem um objetivo definido para os Paralímpicos: «Demonstrar o potencial que as pessoas que vivem na favela e as pessoas que têm deficiências podem ter.»