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É Desporto

Kaillie Humphries. E a história ali tão perto

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Podia fazer história ao vencer o bobsleigh pela terceira edição consecutiva mas não foi além da medalha de bronze. A fase em que era ignorada pelos colegas já lá vai e a carreira olímpica é uma das mais impressionantes no Canadá. E tudo começou quando, aos 12 anos, apostou com os pais que estes teriam de tatuar a folha de ácer canadiana se ela alguma vez chegasse à seleção. Ganhou… mas não da forma que pensava. 

Tina Weirather. A monarquia das medalhas no Liechtenstein

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O pequeno país encrustado nas encostas entre Suíça e Áustria conquistou a décima medalha em Jogos Olímpicos de Inverno. Tina Weirather foi bronze no Super-G e juntou-se à elite familiar: a mãe Hanni Wenzel conquistou quatro e o tio Andreas Wenzel ganhou duas. 

Gus Kenworthy. O homem sem vergonha para beijar

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Foi segundo em Sochi mas acabou muito longe das medalhas na Coreia do Sul. Ainda assim, diz que sai de PyeongChang muito mais realizado do que há quatro anos. Porquê? Porque o beijo que deu no namorado foi transmitido em direto e pode servir de exemplo para milhares de jovens por todo o mundo. 

Elizabeth Swaney. A tática de passar pelos intervalos da chuva

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À primeira vista, a norte-americana que compete pela Hungria é um embuste. É a atleta que soube explorar uma lacuna do regulamento para se apurar para os Jogos Olímpicos sem fazer uma única manobra digna de registo durante todas as provas de halfpipe (esqui estilo livre) em que participou. Mas, depois de retirada esta camada, percebe-se que há mais em jogo. E até envolve Arnold Schwarzenegger. 

Jonathan Guerreiro. O filho de português que dança no gelo

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É filho de uma russa, Svetlana Liapina, e de um português, Francisco Guerreiro. Nasceu na Austrália, onde os pais se conheceram, mas foi viver para Moscovo com 14 anos. Em PyeongChang, fez dupla com Tiffani Zagorski e terminou no 13.º lugar na prova de dança no gelo. 

Yuzuru Hanyu. Um fenómeno à japonesa

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É muito mais do que um patinador. É mais do que um bicampeão olímpico a fazer história. Hanyu é, aos 23 anos, um dos símbolos mais fortes no Japão e um dos seus atletas mais influentes. Depois de PyeongChang, a fasquia é pessoal mas mais elevada do que nunca: «A minha única motivação agora é conseguir o quádruplo axel».