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É Desporto

Ted-Jan Bloemen. Holandês ganhou asas com as cores do Canadá

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Concorrência impediu que patinador pudesse evoluir da forma desejada quando competia pela Holanda. Depois de falhar a qualificação para Sochi-2014, decidiu mudar de cores e a recompensa chegou: foi campeão olímpico pelo Canadá nos dez mil metros da patinagem de velocidade em PyeongChang-2018. 

Jim Shea. A tragédia impediu um ciclo perfeito

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Jack, Jim pai e Jim filho. Num espaço de 70 anos, os três elementos da família Shea foram aos Jogos de Inverno e conquistaram um total de três títulos. Infelizmente, o avô morreu menos de um mês antes de poder ver o neto receber uma medalha de ouro. 

Dan Jansen. Nada é mau o suficiente que não possa piorar

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Norte-americano era favorito nos 500 e 1000 metros na patinagem de velocidade mas a notícia de que a irmã morrera, no dia da primeira final, foi um choque que não conseguiu ultrapassar. Dan caiu nas duas provas e só conseguiu a redenção seis anos mais tarde, em Lillehammer. 

Eric Heiden. A passagem meteórica pelos Jogos Olímpicos

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Chegou, viu, venceu tudo e foi à vida dele. Com cinco títulos olímpicos e cinco recordes olímpicos em 1980, norte-americano desapareceu da patinagem de velocidade e repareceu, anos mais tarde, a disputar o Tour e o Giro. Depois disso, ainda trabalhou com as equipas de Sacramento da NBA (Kings) e WNBA (Monarchs). Como... cirurgião ortopédico. 

Steven Bradbury. Bastou estar no sítio certo à hora certa

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Australiano foi campeão olímpico dos 1000 metros em patinagem de velocidade em 2002 numa prova em que os outros quatro finalistas caíram na última curva. «Era o mais velho e já não tinha muita força. Senti que valia a pena ficar longe da disputa e esperar que pudesse haver alguma confusão.»