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É Desporto

A impunidade dos adeptos (e a razão de sermos todos responsáveis)

O desporto em Portugal bateu no fundo. Não foi hoje, não foi ontem, não foi ao longo do último ano. Temos estado a encaminhar-nos para uma espiral infernal sem nos apercebermos, e com a responsabilidade de todos. Sim, de todos. Dificilmente poderá haver alguém que, no alto da sua moralidade, possa dizer que não contribuiu para o ambiente que se vive. 

O último jogo do Sporting do meu avô

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As experiências que vivemos e a educação que temos têm uma responsabilidade fundamental naquilo que somos quando crescemos. Numa altura em que o futebol em Portugal parece cada vez mais predisposto para o conflito e a rivalidade cega, talvez seja importante parar um pouco para pensar o impacto que o discurso atual está a ter nos adultos de amanhã e valorizar a importância de referências moderadas que nos façam gostar do futebol e do desporto na sua essência.

 

A pedagogia do último lugar de Germán Madrazo nos Jogos Olímpicos

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Os Jogos Olímpicos promovem cada vez mais a inclusão de novos países mas neste caso acabaram por ter um exemplo de uma inclusão ainda mais importante. Germán Madrazo e os Fantásticos Cinco são heróis por terem ajudado a mostrar que o desporto é de todos e deve ser para todos, sem fronteiras nem espaço para a estigmatização do último. E que a vitória de uns não tem de ser a mesma que a vitória de outros.  

«Pode não ser mau jogador mas já nasceu muito velho»

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A idade de um futebolista tornou-se uma obsessão analítica na altura de comentar um eventual reforço. Numa era em que vivemos reféns dos efeitos da geração Championship Manager e do «comprar para rentabilizar», a idade aceitável para uma contratação que exija investimento está a ser cada vez mais sufocada por gestores de encomenda. Não há como negar a evolução do futebol mas o mais importante continua - tal como deve - a ser a vitória.