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É Desporto

A seleção inglesa é uma falácia?

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Olhamos para os ingleses sempre como favoritos desde 1966. O olhar mantém-se em 2017, imperturbável. O que fez esta gente desde então? Pouco. A Inglaterra venceu agora o Mundial sub-20 e o Torneio de Toulon, e perdeu a final do Europeu sub-17. Está por aí uma geração de ouro? Vem aí talento? Talvez sim, talvez não. Talvez seja indiferente e sejam engolidos pela piscina de dinheiro que é a Premier League... 

 

 

Foi bonita a festa da subida, pá! Mas e agora?

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Maio e junho são meses de festejos. Por toda a Europa, equipas e adeptos celebram a ansiada subida ao principal escalão. Mas e o que acontece depois? É uma passagem efémera ou existem condições para prolongar o convívio entre os grandes? Fizemos as contas aos seis principais campeonatos europeus e Portugal e Inglaterra surgem em extremos opostos.

 

 

Stan Cullis. O inglês que foi suplente por não respeitar a Alemanha de Hitler

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Era o 216.º jogo da história da seleção de Inglaterra. Em Berlim, a 14 de maio de 1938, os responsáveis ingleses pediram, por diplomacia, que os jogadores fizessem a saudação nazi durante o hino alemão, em vésperas da II Guerra Mundial. Stan Cullis, uma estrela, recusou e foi para o banco. 

 

 

Batalha de Highbury. Uma guerra com Stanley Matthews e Giuseppe Meazza

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Jogo foi sugerido por Benito Mussolini e vendido como um confronto de ideologias. Para os ingleses, ausentes do Mundial em 1934, era a oportunidade perfeita para mostrar quem seria verdadeiramente a melhor equipa. Com figuras históricas como Stanley Matthews e Giuseppe Meazza em campo, o encontro ficou famoso pela agressividade. Foi há 82 anos.

 

 

Inglaterra. O ciclo vicioso 50 anos depois do único título

Bobby Moore festeja com o troféu

Faz hoje 50 anos que a Inglaterra conquistou o Mundial. Desde então, a expetativa de conseguir uma repetição, ou fazê-lo num Europeu, é ciclicamente grande mas o fim da história termina inevitavelmente numa desilusão. A sensação de «direito divino» de vencer tem prejudicado mas há mais por onde os ingleses podem e devem pegar. Uma gestão real de expetativas é fundamental.