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É Desporto

Germán Madrazo. A festa dos últimos que personifica o espírito olímpico

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Mexicano aprendeu a esquiar com 42 anos e chegou a PyeongChang-2018 com 43. Foi o último por larga margem, nos 15 km de cross-country mas acabou como maior protagonista do melhor exemplo de espírito olímpico. À chegada, tinha à sua espera os últimos quatro a chegar e acabou levado em ombros.  

Jaqueline Mourão. A brasileira que é pau para toda a obra

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O passaporte da atleta de 42 anos soma selos olímpicos: Atenas-2004, Turim-2006, Pequim-2008, Vancouver-2010, Sochi-2014 e PyeongChang-2018. Nunca esteve perto de ganhar uma medalha mas são poucos os que podem dizer que têm experiência em três modalidades olímpicas: mountain bike, cross country (esqui) e biatlo. 

Wassberg vs. Mieto. A mais pequena vitória acabou em mito urbano

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Sueco venceu prova de 15 quilómetros de cross country em 1980 por um centésimo de segundo e sugeriu que as medalhas de ouro e prata deviam ser partilhadas com o finlandês. O derrotado recusou e o Comité Olímpico Internacional também não achou piada mas há quem ainda ache que a ideia foi para a frente.  

Jim Shea. A tragédia impediu um ciclo perfeito

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Jack, Jim pai e Jim filho. Num espaço de 70 anos, os três elementos da família Shea foram aos Jogos de Inverno e conquistaram um total de três títulos. Infelizmente, o avô morreu menos de um mês antes de poder ver o neto receber uma medalha de ouro. 

Pita Taufatofua. Do karaté no Rio ao cross country em PyeongChang

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Nunca tinha esquiado quando decidiu ir aos Jogos Olímpicos de Inverno há pouco mais de um ano, mas isso não o impediu de se lançar numa aventura rumo à Coreia do Sul. O tonganês será o primeiro atleta na história a conjugar as duas modalidades olímpicas.