Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

É Desporto

A saliva de Rijkaard no cabelo de Völler… duas vezes

voller111.jpeg

Jogos entre holandeses e alemães eram sempre quentes e os oitavos do Mundial-1990 não foram exceção. Em San Siro, com Rijkaard a jogar em «casa», o encontro ficou marcado por uma dupla expulsão na primeira parte. Völler, incrédulo, foi cuspido no cabelo; Rijkaard estava de cabeça perdida… e com expetoração extra. 

O dia em que Shumacher atropelou Battiston

battiston.jpg

Sevilha, meia-final do Mundial-1982. França e Alemanha (RFA) estão empatadas a um golo no início da segunda parte e Platini mete uma bola nas costas da defesa germânica que isola Battiston. Podia ser apenas um lance igual aos outros mas o que aconteceu foi uma entrada imprudente de Schumacher que deixou o francês imóvel no relvado, com dentes pelo caminho e o corpo em mau estado. Os dias que se seguiram obrigaram à intervenção do chanceler alemão e do presidente francês e a uma tentativa teatralizada de fazer as pazes.

Áustria vs. RFA. A vitória do orgulho

krankl.jpg

Os austríacos estavam eliminados, fora da final e da atribuição do terceiro lugar. Mas do outro lado havia uma Alemanha (RFA) e a memória de um orgulho recalcado pela Alemanha Nazi na década de 30. Germânicos eram campeões em título e sonhavam com a revalidação mas Córdoba (Argentina) assistiu a uma história diferente. A um momento memorável. 

Milagre de Berna. Um duelo com potências em trajetórias opostas

milagre.jpg

A Hungria era a melhor equipa europeia, estava há cinco anos sem perder e tinha estrelas como Puskas e Kocsis. Mas a RFA tinha o orgulho em jogo e conseguiu virar uma desvantagem de dois golos para ser campeã pela primeira vez. Para uns, foi o início de um sentimento de orgulho recuperado após a guerra, para outros um passo importante rumo à revolução de 1956.

A união forçada da Áustria com a Alemanha

germany.jpg

Mathias Sindelar estava na fase final da carreira mas a geração de ouro austríaca tinha garantido o apuramento para o Mundial-1938, quatro anos depois de ter atingido as meias-finais. A anexação da Alemanha impediu a participação e nove internacionais acabaram a jogar pelos nazis. A maior vedeta recusou-se… e acabou morta sete meses depois. 

Príncipe Hubertus zu Hohenlohe-Langenburg. Da realeza alemã à federação de esqui do México

hubertus.jpg

Fotógrafo, empresário, cantor, esquiador e príncipe. Hubertus zu Hohenlohe-Langenburg é tudo isso, e ainda fez história ao criar a Federação Mexicana de Esqui para poder competir internacionalmente. Estreou-se nas olimpíadas em Sarajevo-1984 e continuou até 2014. Se tivesse conseguido a qualificação para PyeongChang-2018, seria o atleta olímpico de inverno mais velho da história. 

Foi bonita a festa da subida, pá! Mas e agora?

huddersfield.jpg

Maio e junho são meses de festejos. Por toda a Europa, equipas e adeptos celebram a ansiada subida ao principal escalão. Mas e o que acontece depois? É uma passagem efémera ou existem condições para prolongar o convívio entre os grandes? Fizemos as contas aos seis principais campeonatos europeus e Portugal e Inglaterra surgem em extremos opostos.

 

 

Stan Cullis. O inglês que foi suplente por não respeitar a Alemanha de Hitler

cullis.png

Era o 216.º jogo da história da seleção de Inglaterra. Em Berlim, a 14 de maio de 1938, os responsáveis ingleses pediram, por diplomacia, que os jogadores fizessem a saudação nazi durante o hino alemão, em vésperas da II Guerra Mundial. Stan Cullis, uma estrela, recusou e foi para o banco. 

 

 

Markus Rehm. O paralímpico que derrotaria os melhores do mundo

rehm.jpg

Alemão bateu recorde do mundo no salto em comprimento com 8,40 metros em 2015. A marca seria suficiente para ser campeão olímpico em 2012 e em 2016. Por não ter conseguido provar que a prótese não lhe dá uma vantagem competitiva, não pôde competir nos Jogos Olímpicos. Nos Paralímpicos vai lutar pelo segundo título.