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É Desporto

Nigel Mansell. Um paranóico contra tudo e contra todos

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Estreou-se em 1980 e só foi campeão em 1992, com 39 anos. Deixou o emprego e vendeu tudo o que tinha, até a casa, para financiar a carreira nos primeiros anos. Relação com colegas de equipa e donos nem sempre foi a melhor mas acabou por conseguir o que sempre quis: ser campeão e sair por cima. E numa época em que bateu recordes atrás de recordes. 

Bo Kimble. A homenagem mais comovente da March Madness

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Melhor amigo Hank Gathers morreu durante um jogo umas semanas antes do torneio universitário de 1990. Nesse momento, o colega de longa data decidiu fazer-lhe uma homenagem durante a prova: no primeiro lance livre de cada jogo, ia tentar encestar o primeiro lançamento com a mão esquerda. Nunca falhou. 

Jody Scheckter. A metamorfose do africano campeão pela Ferrari

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Era um piloto perigoso e uma fonte de acidentes nos primeiros anos na Fórmula 1 mas a experiência e os acontecimentos traumáticos provocaram uma verdadeira metamorfose na postura que tinha em pista. Sul-africano caiu no goto de Enzo Ferrari e foi, até aparecer Michael Schumacher, o último piloto a dar um título de campeão à escuderia italiana. 

Chris Webber. O maldito desconto de tempo que não existia

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Estrela dos Michigan Wolverines congelou e cometeu o erro que todos sabiam que não podia existir. Equipa perdeu final do basquetebol universitário pelo segundo ano consecutivo e poste fez tudo para apagar o momento da sua memória. Na altura, até o presidente Bill Clinton escreveu uma carta para apoiar a futura estrela da NBA. 

Jochen Rindt. As inúmeras premonições do campeão póstumo

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Nasceu na Alemanha mas competia com licença austríaca. Os pais morreram num bombardeamento na II Guerra Mundial e a vida com os avós impulsionou-o para a Fórmula 1. Durante anos queixou-se dos problemas de segurança, falando de possibilidades de morte e de funerais. Em 1970, quando liderava a corrida ao título mundial, morreu durante a qualificação do Grande Prémio de Itália. Faltavam quatro provas e acabou campeão. 

John Surtees. Se tinha rodas era para ganhar

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Foi tetracampeão de motociclismo em 500cc antes de dar o salto para a Fórmula 1. Em 1964, no quinto ano de competição, conduziu um Ferrari até ao título mundial, batendo Graham Hill por um ponto numa corrida que foi um carrossel de emoções do início ao fim. Polivalência de Surtees continua a ser recorde e dificilmente aparecerá alguém capaz de o imitar.  

Jordan vs. Ewing. Quando o intimidador virou intimidado

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Era o maior confronto da final de 1982. Patrick Ewing tinha ordem para afetar todos os lançamentos de Michael Jordan e companhia e começou o jogo com quatro goaltendings. O melhor jogador da história não se deixou afetar e deu a vitória aos North Carolina Tar Heels sobre os Georgetown Hoyas a 15 segundos do fim (63-62). 

Don Haskins. O treinador que deixou a segregação racial no cesto em 1966

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Western Texas Miners venceram o título de uma forma histórica: foram a primeira equipa a escolher um cinco inicial exclusivamente composto por jogadores afro-americanos. Numa era em que a segregação racial dominava os Estados Unidos, a iniciativa mereceu aplausos e ajudou a derrubar obstáculos, sobretudo no sul do país.