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É Desporto

Príncipe Hubertus zu Hohenlohe-Langenburg. Da realeza alemã à federação de esqui do México

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Fotógrafo, empresário, cantor, esquiador e príncipe. Hubertus zu Hohenlohe-Langenburg é tudo isso, e ainda fez história ao criar a Federação Mexicana de Esqui para poder competir internacionalmente. Estreou-se nas olimpíadas em Sarajevo-1984 e continuou até 2014. Se tivesse conseguido a qualificação para PyeongChang-2018, seria o atleta olímpico de inverno mais velho da história. 

Wassberg vs. Mieto. A mais pequena vitória acabou em mito urbano

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Sueco venceu prova de 15 quilómetros de cross country em 1980 por um centésimo de segundo e sugeriu que as medalhas de ouro e prata deviam ser partilhadas com o finlandês. O derrotado recusou e o Comité Olímpico Internacional também não achou piada mas há quem ainda ache que a ideia foi para a frente.  

Irmãs Goitschel. Brincar ao ouro nos Jogos Olímpicos

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Christine e Marielle chegaram a Innsbrück em 1964 com aspirações legítimas no esqui alpino e tornaram-se a primeira dupla de irmãs na história dos Jogos Olímpicos a fazer a dobradinha, no slalom. Não satisfeitas, repetiram a façanha no slalom gigante mas com as posições invertidas. 

Irmãos Morozumi. A importância da inspiração

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Yusuke e Kosuke (à esquerda e à direita na foto) estavam na primeira fila do pavilhão a ver a equipa capitaneada por Makoto Tsuruga fazer história nos Jogos Olímpicos de Nagano. Vinte anos depois, fazem parte da segunda equipa japonesa masculina a conseguir a qualificação para a prova de curling. 

Bobsleigh. A Jamaica… está de volta

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O país famoso pelos seus velocistas tornou-se uma das melhores histórias dos Jogos Olímpicos de Inverno com a participação de quatro atletas no bobsleigh em Calgary-1988. A modalidade passou a ser cada vez mais acarinhada e agora, pela primeira vez, terá duas mulheres a participar no evento ao mais alto nível. 

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