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É Desporto

Peggy Fleming. A mulher que recuperou o orgulho americano na patinagem artística

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Tinha 12 anos quando o avião que levava a seleção de patinagem para os Mundiais de Praga caiu na Bélgica e matou 18 atletas. Sete anos depois, a norte-americana subiu ao lugar mais alto do pódio nos Jogos Olímpicos de Grenoble e lançou as sementes para um novo período de glória. 

Sixers-Celtics. A NBA em Londres

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Ver um jogo da NBA será sempre espetacular mas a primeira vez nunca se esquece. E os jogos de Londres costumam ser o maior viveiro para quem não tem outra forma de o conseguir. É uma festa dentro da própria festa, por vezes exagerada, que marca quem vê. Quando os intérpretes ajudam, com um jogo de cambalhota, tudo parece ainda melhor. 

Eddie Edwards. O «louco» que chegou aos Jogos Olímpicos

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Britânico tomou a edição de inverno de Calgary, em 1988, de assalto. Sem tradição nos saltos de esqui, conquistou o carinho dos adeptos apesar da última posição. Foi o triunfo do espírito olímpico de alguém que insistiu em conseguir a qualificação e soube da notícia enquanto vivia num... hospital psiquiátrico.

Dan Jansen. Nada é mau o suficiente que não possa piorar

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Norte-americano era favorito nos 500 e 1000 metros na patinagem de velocidade mas a notícia de que a irmã morrera, no dia da primeira final, foi um choque que não conseguiu ultrapassar. Dan caiu nas duas provas e só conseguiu a redenção seis anos mais tarde, em Lillehammer. 

Eric Heiden. A passagem meteórica pelos Jogos Olímpicos

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Chegou, viu, venceu tudo e foi à vida dele. Com cinco títulos olímpicos e cinco recordes olímpicos em 1980, norte-americano desapareceu da patinagem de velocidade e repareceu, anos mais tarde, a disputar o Tour e o Giro. Depois disso, ainda trabalhou com as equipas de Sacramento da NBA (Kings) e WNBA (Monarchs). Como... cirurgião ortopédico.