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É Desporto

«Experiências». O que é e para que serve?

Em poucas palavras: estar num evento desportivo e descrever como foi. De jogos de futebol no campeonato português a jogos de voleibol do campeonato romeno, os últimos anos têm sido marcados por sucessivas experiências que podem e merecem ser escritas.

 

O Belenenses-Estoril foi o primeiro exemplo desta rubrica desde que foi pensada mas na verdade o É Desporto já fez algo muito semelhante com o Estónia-Gibraltar e um jogo do campeonato de Malta, que podem a partir de agora ser pesquisados através da tag «experiências».

 

O Restelo foi a primeira escolha e vamos fazer o possível para estar no maior número de estádios da primeira divisão até ao final da temporada (sonho é 18 e objetivo idealista é 17 mas dificilmente serão alcançados). Durante este processo, vamos polvilhar com outras modalidades relevantes e acrescentar momentos do passado que podem ser relembrados.

 

Vamos estar nos bastidores da NBA, em jogos de futebol americano, no Mundial de râguebi, no último jogo de Kobe Bryant, num jogo de voleibol do campeonato romeno e… muito mais.

 

O desporto está-nos no sangue e não gostamos de perder uma boa oportunidade. São experiências que tivemos e vamos tendo e contamo-las aqui. Bem-vindos.

Iker Casillas. Um nome gravado a ouro na UEFA

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Espanhol defrontou o Besiktas pelo FC Porto e chegou aos 174 jogos nas competições europeias. Os 173 de Xavi ficaram para trás e é agora o único recordista de participações em encontros de provas de clubes organizadas pela UEFA. Esta é a sua história: o primeiro capítulo foi em Atenas-1999 mas dois anos antes houve um prólogo muito especial... 

O dia em que um árbitro uruguaio perdoou a Argentina... para a castigar ainda mais

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Há 24 anos a Colômbia deu uma das lições de futebol mais memoráveis deste desporto, com Valderrama, Asprilla, Córdoba e Rincón em destaque. Com as almas incendiadas pelas palavras de Diego Maradona, os cafeteros golearam os argentinos no Monumental, em Buenos Aires, rumo ao Mundial-1994. Cinco, zero. O árbitro uruguaio até perdoou um vermelho direto a Simeone para a humilhação ser ainda maior. 

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