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É Desporto

Miriam Blasco. Encontrar o amor numa final olímpica

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Foi há 25 anos. Miriam Blasco estava de rastos depois de o seu treinador ter morrido num acidente com a moto que a espanhola tinha comprado para o marido após ser campeã do mundo. Pensou em desistir da carreira mas fez história ao tornar-se a primeira medalha de ouro do desporto feminino espanhol na história dos Jogos Olímpicos. Hoje, é casada com a adversária que derrotou nessa final.   

Caeleb Dressel. Dois títulos mundiais em 34 minutos

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Norte-americano de 20 anos começou a sessão do dia nos Mundiais de Budapeste a vencer os 50 metros livres. Pouco mais de meia hora depois, voltou à água para vencer os 100 metros mariposa. Não satisfeito, passada cerca de uma hora, aumentou o nível com um terceiro título nas estafetas. Próximo passo é igualar o recorde de Phelps.  

«Eu é que sou o verdadeiro Steaua Bucareste»

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Conflito entre Gigi Becali e o Ministério da Defesa Nacional fez com que a equipa da primeira divisão mudasse de nome (FCSB) e o exército decidisse refundar o Steaua. Marius Lacatus é o diretor e formou uma equipa de jovens entre os 17 e 22 anos que começou a treinar na semana passada. Com salários a rondar os 200 euros, o objetivo é chegar ao principal escalão em 2020.  

Federica Pellegrini. A primeira mulher a travar Katie Ledecky

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Katie Ledecky chegou a 26 de julho com 12 títulos em 12 provas de Mundiais de natação. Mesmo nos Jogos Olímpicos, só por uma vez, numa prova de estafetas, não havia ganho a medalha de ouro. Nos 200 metros livres, em Budapeste, a italiana Federica Pellegrini, nove anos mais velha, pôs fim a uma série verdadeiramente impressionante e conquistou o sétimo pódio consecutivo. 

«Pode não ser mau jogador mas já nasceu muito velho»

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A idade de um futebolista tornou-se uma obsessão analítica na altura de comentar um eventual reforço. Numa era em que vivemos reféns dos efeitos da geração Championship Manager e do «comprar para rentabilizar», a idade aceitável para uma contratação que exija investimento está a ser cada vez mais sufocada por gestores de encomenda. Não há como negar a evolução do futebol mas o mais importante continua - tal como deve - a ser a vitória.   

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