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É Desporto

#28dias28histórias - A lista completa

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Fevereiro foi mês da final da Taça das Nações Africanas e de histórias no É Desporto. Desde 1 de fevereiro, publicámos um texto por dia em que o único denominador comum era o futebol africano. De Marrocos à África do Sul, da vaga de independências à influência de ditadores, recolhemos muitos detalhes sobre figuras que nem nós conhecíamos antes de começarmos a pesquisa. É altura de publicar a compilação.

 

 

 

 

Nii Aryee Ayi. O Viktor Navorski das Filipinas

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Jovem ganês foi seduzido por proposta de equipa de Singapura mas tudo não passava de uma mentira. Espiral de obstáculos terminou após ter sido obrigado a permanecer num aeroporto das Filipinas durante 47 dias. Quando saiu, tornou-se um dos melhores futebolistas universitários do país. 

 

 

Adrián Solano. No Mundial de esqui sem nunca ter visto neve

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Venezuelano treinava com rodas e nunca tinha visto neve. Foi detido em Paris, suspeito de imigração ilegal, e deportado para Caracas. Mas não desistiu do sonho e participou mesmo no Mundial de Esqui Nórdico, na Finlândia. «Talvez caia muitas vezes mas o mais importante é que continuarei sempre a levantar-me.»

 

 

Asante Kotoko. A final africana perdida por falta de comparência

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Ganeses eram os favoritos frente ao TP Englebert (hoje TP Mazembe) mas empataram os dois jogos da final. O árbitro quis decidir o troféu por moeda ao ar mas a CAF entendeu que teria de ser organizado um terceiro jogo. Um mês depois, nos Camarões, o Asante Kotoko não apareceu. O treinador tinha 24 anos e era brasileiro. Chamava-se Carlos Alberto Parreira.

 

 

 

Quénia. Correr muito no futebol mas ainda sem grande sentido

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Atletismo é um oásis no desporto do Quénia. No futebol, federação tem atravessado vários problemas. O desporto é pouco atrativo, os jogadores preferem estudar e há uma história constante de empresários a explorar jovens talentos, nas quais tropeçamos até por acaso. A corrupção tem impedido qualquer evolução e o futuro está a ser estudado.

 

 

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