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É Desporto

Stoichkov. O Hristo Rei de Sófia

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Começou como adolescente irreverente numa equipa subjugada pelo Levski e chegou a ser banido do futebol depois da final da Taça em 1985. Quando regressou, foi a alma do CKSA rumo à recuperação da hegemonia na Bulgária. Em 1989/90, já depois de levar a equipa às meias-finais da Taça das Taças, marcou 38 golos no campeonato, foi Bota de Ouro e garantiu o salto para o Barcelona. 

O último jogo do Sporting do meu avô

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As experiências que vivemos e a educação que temos têm uma responsabilidade fundamental naquilo que somos quando crescemos. Numa altura em que o futebol em Portugal parece cada vez mais predisposto para o conflito e a rivalidade cega, talvez seja importante parar um pouco para pensar o impacto que o discurso atual está a ter nos adultos de amanhã e valorizar a importância de referências moderadas que nos façam gostar do futebol e do desporto na sua essência.

 

CSKA-Levski. Uma batalha campal que afetou Stoichkov... FC Porto e Benfica

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Ambiente quente da final da Taça da Bulgária em 1985 teve agressões durante o jogo e acabou com uma batalha campal a caminho dos balneários. Partido Comunista búlgaro obrigou os clubes a mudar de nome, cinco jogadores foram inicialmente banidos para sempre (um adolescente chamado Stoichkov incluído) e Spasov e Nikolov viram ruir o pré-acordo com o FC Porto. 

Futebol em Gibraltar. O fim da invencibilidade

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Chegar lá pode ser um martírio, mesmo numa viagem por etapas, mas a recompensa é grande assim que se vê o destino. Num dos estádios com a vista mais bonita da Europa, há entrada gratuita e direito a dose dupla: depois de um Europa-Manchester, vemos o Lincoln Red Imps perder a invencibilidade no campeonato. No final, os quase 700 quilómetros de regresso só são atenuados pelo gasóleo premium a um euro por litro. 

Sevilha. Quem não mata, Messi

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O Sánchez Pizjuán foi um vulcão sempre a entrar em erupção até a equipa da casa chegar ao 2-0 e ameaçar a imbatibilidade do Barcelona no campeonato. Depois, entrou Messi. A tragédia temia-se sempre que tocava na bola e os corações de 37588 espetadores entravam em suspenso até a jogada ficar decidida. Em 60 segundos, tudo mudou e aquela noite que podia ter proporcionado uma goleada histórica não foi mais do que um empate a dois golos. Fechado por Messi, claro. 

Bill Walton. O dia em que a perfeição ficou tão perto

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UCLA venceu a final contra Memphis State (87-66) em 1973 mas a maior história foi a exibição individual do futuro jogador dos Portland Trail Blazers. Em 33 minutos, o poste tentou 22 lançamentos e só falhou um. Os 44 pontos continuam a ser reflexo de um dos melhores desempenhos de sempre de um jogador numa final universitária. 

Jackie Robinson. O homem que bateu a segregação para fora do estádio

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Foi o primeiro afro-americano a disputar um jogo na Major League Baseball. Contra a vontade de colegas de equipa, treinadores adversários e adeptos, mereceu a confiança do proprietário dos Brooklyn Dodgers e fez história com a camisola 42 a 15 de abril de 1947. Em nove anos de carreira, foi considerado rookie do ano, foi seis vezes All-Star, uma vez MVP da Liga Nacional e campeão em 1955. O basebol nunca mais foi o mesmo. 

Lorenzo Charles. Foi melhor a emenda que o lançamento

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Houston Cougars de Akeem Olajuwon e Clyde Drexler eram os grandes favoritos mas NC State manteve-se na luta até ao final e venceu de forma… original, no último segundo do jogo. O triplo de Dereck Whittenburg saiu demasiado curto mas Lorenzo Charles foi a tempo de corrigir a trajetória da bola e provocar o pandemónio nos festejos. 

Joe DiMaggio. A magia de quem foi casado com Marilyn Monroe

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É um dos nomes históricos associados aos Yankees e uma referência cultural famosa devido ao casamento com Marilyn Monroe. Mas o maior feito da carreira, num recorde que ainda perdura e dificilmente será batido, foi conseguir uma série de 56 jogos consecutivos com pelo menos um hit. 

Mississippi State. Nada era mais importante do que o basquetebol

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Governador fez de tudo para impedir que a equipa defrontasse um adversário com jogadores afro-americanos mas a coragem e a dedicação do presidente da universidade e do treinador foram essenciais para ludibriar o controlo e escapar a meio da noite. Mississippi State pode ter perdido com os futuros campeões (Loyola Chicago) mas deu um exemplo memorável contra o segregacionismo. Foi em 1963.